Portugal possui um folclore riquíssimo, por seu povo ter sido fruto de uma miscigenação racial pela qual passou a Península Ibérica e pela intensa preservação da sua cultura. Fundado em 11 de agosto de 1968 por um grupo de valorosos portugueses e tantos outros brasileiros, o Grupo Folclórico "Gil Vicente" tem por objetivo divulgar as tradições, danças e cantares da terra mãe.O Grupo em suas apresentações faz um passeio por Portugal, de Norte a Sul, com seus trajes coloridos, de festas, de trabalho, de passeio e de luto, representando assim, suas belíssimas e variadas regiões.
Como é tradição em Portugal, os “Zés Pereiras” (Conjunto de bumbos) abrem as festas e romarias para afugentar os maus espíritos, para que os eventos transcorram na mais perfeita ordem.

 
   
   
 
 
A Cia de Danças Folclóricas Aruanda, fundada em 1960 pelo Professor Paulo César Valle, com sede em Belo Horizonte, Minas Gerais, é uma entidade de caráter cultural, cujos objetivos  principais são a pesquisa e divulgação das danças, músicas e folguedos populares em suas mais diversas formas de manifestação, através do aproveitamento dos elementos e fatos folclóricos.

O Aruanda excursiona por todo o Brasil e exterior, mostrando a dança e a música folclórica,  como forma de preservar as raízes culturais do povo brasileiro, tornando-se um  elo  de ligação entre a cultura popular e a cultura erudita. Em seus quarenta e um anos de pesquisa e projeção do folclore mineiro e brasileiro foi agraciado com as Medalhas da Inconfidência  e de  Santos Dumont, no grau de insígnia, pelos relevantes serviços prestados a cultura brasileira.
Durante sua existência, o Grupo tem se apresentado em centenas de espetáculos por  todo o Brasil além de outros  países, dos quais selecionamos alguns para fins de Curriculum. Clique aqui para visitar o site do Grupo Folclórico Aruanda. A cia de Danças Folclóricas Aruanda atualmente recebe os benefícios da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. Em seus 41 anos foi inspiração para a criação de  outros grupos para-folclóricos em Minas Gerais como o Congá, Capela Nova, Banzé, Sarandeiros, Tumbaitá e Kuarup em Carajás no estado do Pará.
 
 
       
 

O Maracatu “Lua Nova” vem desde 2002 pesquisando os mais tradicionais Maracatus de Pernambuco fazendo um trabalho profundamente ligado às raízes mais originais desta manifestação cultural brasileira. O “Lua Nova” utiliza instrumentação e técnicas originais dos mais tradicionais baques de maracatu. Criado na semana de 21 a 27 de maio de 2000, por ocasião da oficina de bonecos gigantes do professor Sandro Roberto como parte da programação do 1º Festival Internacional de Teatro de Bonecos, o Bloco de Bonecos Gigantes vem participando de eventos e contribuindo para uma grande movimentação da vida cultural de Belo Horizonte.

Blocos de bonecos gigantes são manifestações culturais existentes um todo o país e especialmente em Pernambuco onde desfila no carnaval de Olinda e em Minas Gerais através de blocos como o “Zé Pereira” do interior do estado. O Maracatu nação de baque virado é uma manifestação cultural tradicional de Pernambuco, mais precisamente de Recife. Teve origem na tradição de se coroarem reis negros na irmandade de N. Sra. do Rosário. Estas coroações eram sempre acompanhadas de muita música e dança. Esta festa passou posteriormente a se chamar Maracatu. Existem relatos precisos da existência de maracatus desde o século XVII. A percussão do Maracatu de baque virado  é composta por alfaias: tambores graves às vezes chamados de bombos ou zabumbas; gonguê: um agogô grande de uma só campânula; tarol; ganzá e em alguns baques o abê: cabaça revestida de contas. Entre seus ritmos mais tradicionais estão a marcação, o martelo, o baque de parada e o malê.